Escrevendo scripts cross plataformas com Rust


Utilizamos diversas ferramentas no terminal para automatizar os processos de entrega. Scripts e comandos que precisam ser rápidos para rodar e fáceis de instalar, mas que nem sempre é assim…

Que tal conhecer Rust? Uma linguagem moderna que gera programas rápidos e fáceis de distribuir e manter!

Rust tem sido uma linguagem que tem crescido bastante, conhecida como a linguagem mais amada nos últimos 3 anos pela pesquisa anual do StackOverflow, que vem sendo desenvolvida com suporte da Mozilla.

Ferramentas que rodam no terminal se beneficiam muito da linguagem, já que usar pouca memória e executar rápido e é uma plataforma ideal para quem está automatizando processos.

A linguagem permite gerar programas que executam rápido, com pouco uso de memória e com poucos problemas de concorrência, e um dos focos da comunidade este ano e de desenvolver o ecossistema para tornar cada vez mais fácil a criação de ferramentas da linha de comando.

Talvez você já tenha ouvido alguém falar sobre Rust e ficou curioso. No site da linguagem você viu que é uma “linguagem de sistemas”, e que roda rápido. Ideal para fazer Sistemas Operacionais, navegadores, e ferramentas para o seu terminal também.

Vamos ver como começar com a linguagem, quais ferramentas instalar e as opções atuais para começar a sua primeira aplicação no terminal. O resultado será um programa que roda tanto em Mac, Windows e Linux, e que depois de gerado o executável, é só um arquivo e usar!

Vamos conhecer também algumas alternativas escritas em Rust para comandos conhecidos, como grep e find, mas que rodam mais rápido e com menos uso de memória.

Essa apresentação quer introduzir Rust como uma boa alternativa de programação para qualquer nível de experiência.

Com a proposta de “velocidade & zero-cost abstraction”, a linguagem se torna um ótimo caminho para quem está procurando a velocidade de uma linguagem compilada.

Nessa apresentação vou mostrar os problemas que Rust vem me ajudando a resolver de maneira mais simples, como começar a programar, um exemplo de servidor web ideal para APIs e apontar os próximos passos como conectar com banco de dados e lidar com templates.

A proposta consiste de uma apresentação introdutória para quem nunca ouviu falar da linguagem, mas ao mesmo tempo tangível, focado no público já acostumado com scripts em Bash, Python, Node e Ruby.

ignite_-_KelvinRonny-_PerformanceIgnite.pdf

Speakers

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Bruno Lara Tavares

  

Depois de atuar durante 6 anos como Consultor de Desenvolvimento, hoje ele atua como Engenheiro de Software na Nubank, Bruno se interessa por programação funcional e pelos benefícios de estruturas

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